sexta-feira, 27 de maio de 2011

VENCENDO O EGO





1. Pare de se sentir ofendido.

O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado. Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece. Se procurar por situações que o aborreça, as encontrará em cada esquina. É o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que é. Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal. Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido. Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego, e esteja em paz. Assim como nos lembra o Curso em Milagres a paz está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu, e leva a agressão, ao contra-ataque e a guerra.

2. Abandone o querer vencer.

O ego adora nos dividir entre ganhadores e perdedores. A busca pela vitória é a forma infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque basicamente é impossível vencer sempre. Algumas pessoas serão mais rápidas, mais sortudas, mais jovens, mais fortes e mais espertas que você e acabará se sentindo insignificante e sem valor diante delas. Você não se resume as suas conquistas e vitórias. Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas. Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é o medo do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa, significa que você não está se identificando unicamente com seu ego. Seja um observador, perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.

3. Abandone o querer estar certo.
O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura. Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego; "Não sou seu escravo. Quero me tornar generoso. Quero rejeitar a necessidade de ter razão". Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade". Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; "Quero estar certo ou ser feliz?" Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com a intenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver.

4. Abandone o querer ser superior.

A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros. É uma questão de ser melhor ao que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém. Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência, tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance. Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um. Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego. Ao projetar sentimentos de superioridade retorna a você sentimentos de ressentimentos e até hostilidade. Esses sentimentos são veículos que os levam para longe da intenção. O Curso em Milagres aborda essa necessidade de se sentir especial e superior. A distinção sempre leva a comparações. Baseia-se na falta vista no outro, e se mantém pela procura e ostentação das falhas percebidas.

5. Deixe de querer ter mais.

O mantra do ego é "mais". Ele nunca está satisfeito. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha. Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz. A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: "É dando que se recebe". Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.

6. Abandone a ideia de você baseado em seus feitos.
É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus contrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Posso ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa ideia. Tudo emana da Fonte! Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos. Você é um observador. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.

7. Deixe sua reputação de lado.
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens. Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção. Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte. Atenha-se ao propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa. Ou como o título de um livro diz: O que você pensa não me diz respeito! 

domingo, 6 de março de 2011

COMENTÁRIOS AO FILME BRUNA SURFISTINHA




Ontem assisti ao filme, ”BRUNA SURFISTINHA” o que me fez lembrar, quando me formei Psicanalista, o tema escolhido para o meu TCCT foi “PROSTITUIÇÃO E A FEMINILIDADE”, pois na época tinha cinco pacientes profissionais do sexo.
Ao analisar esses casos, verifiquei que todos tinham uma relação afetiva frustrada com o pai, cada uma com experiências diferentes, mas com um fundo psicológico igual.
Ou seja, todas eram meninas que vendiam o corpo não só por dinheiro, mas principalmente por um pai que não lhes deu amor, ou se calou mesmo sem saber, aos abusos sexuais ou iniciações sexuais traumáticas, isso fica claro no início do filme, e confirma minha tese, que conjugada a outros fatores resultam em uma viagem de dor e sofrimento, até que algum dia a conscientização as faça mudar de caminho, ao perceber que a prostituição é uma forma que ela encontrou para tomar o poder sobre o próprio corpo.
Existem três alternativas para a formação de um condicionamento involuntário e para as ações que representam a válvula de escape, que determinam a formação de uma garota que se volta para a prostituição, da seguinte forma:
Se ela estabelecer, para outro homem, o mesmo valor de desejo que atribuiu ao pai, terá de ser só uma dama - e não se entregar sexualmente a ele, pois a última coisa que quer perder é o amor. Mas a mulher pode também entender o contrário.
Quando deve superar o desejo pelo pai, sente-se traída e pensa o seguinte: quero todos os homens no lugar de um. 
Então, ela escolhe a outra opção, a da prostituta. Não a prostituição real, mas a entrega para homens desconhecidos.
Na terceira alternativa, quando a mulher lida bem com essa questão edípica, ela não precisa escolher entre os dois papéis. 
Pode amar e, ao mesmo tempo, entregar-se totalmente na relação sexual.
Além dessa ausência paterna, o papel materno na vida de uma menina é de suma relevância, pois já dizia Zimerman: 


“a função materna, tomada em sentido genérico que tanto pode referir-se unicamente à mãe concreta, como a qualquer outra pessoa que, de forma sistemática e profunda venha exercer a função mental materna (Mental - ano III - n. 5 - Barbacena - nov. 2115 - p. 149-151)

Essas mães verdadeiras ou substitutas, no entanto, negligencia sua função materna, o que culmina na retirada dessas meninas do núcleo familiar, como parte da construção simbólica que cada indivíduo possui da inserção familiar.
A análise é justamente a de pensar a possibilidade da prostituição como o caminho escolhido por elas, pois não é forçoso pensar tal escolha “quando a vida é relembrada” e “nenhum olhar mais pousa sob si mesmo”.
Na busca de estar em uma nova família que simbolize um espaço reconhecido, pode restar-lhe apenas a oferta das ruas e do corpo prostituído.
Portanto, faz-se urgente, a conscientização dos indivíduos que assumem papéis de pai e mãe, pois é a forma como a criança sente-se aceita, e como lida com os afetos maternos e paternos, que determinarão o que elas serão no futuro.
Educar é uma responsabilidade enorme, é andar sobre um fio de cabelo, de forma que não se pode andar nem pra lá, nem pra cá, a repressão deve ser equilibrada, para que, tenhamos adultos saudáveis e uma sociedade menos doente.   
Três de minha pacientes reconstruíram suas vidas, constituíram famílias, desenvolveram-se profissionalmente, quanto às outras duas, não tive muitas notícias, mas 75% de resultado positivo é o suficiente para confirmar que a cura pela palavra possui efetividade, e pode ser o caminho para concertar o que muitos pais estragaram, até por ignorância, pois sempre há uma saída.
Quem quiser conhecer um pouco deste mundo de ilusão, assistir o filme é uma boa pedida. 

Por Leila S Ribeiro Uzum

sexta-feira, 4 de março de 2011

DESAFIO DE VIVER EM SOCIEDADE




Viver em sociedade é um desafio porque às vezes ficamos presos a determinadas normas  que nos obrigam a seguir regras limitadoras do nosso ser ou do nosso não-ser... 
Quero dizer com isso que nós temos, no mínimo, duas personalidades: a objetiva, que todos ao nosso redor conhece; e a subjetiva... 
Em alguns momentos, esta se mostra tão misteriosa que se perguntarmos - Quem somos? Não saberemos dizer ao certo!!! 
Agora de uma coisa eu tenho certeza: sempre devemos ser autênticos, as pessoas precisam nos aceitar pelo que somos e não pelo que parecemos ser... Aqui reside o eterno conflito da aparência x essência. E você... O que pensa disso? Que desafio, hein?..... 
Nunca sofra por não ser uma coisa ou por sê-la..." 

(Perto do Coração Selvagem - p.55)


Clarice Lispector

VIVER A VIDA QUE QUER




Para viver a vida que você quer, você deve ser quem você é.

Isso pode soar como um bonito jogo de palavras, mas pense a respeito.
Você pensa seus próprios pensamentos?

Você sonha seus próprios sonhos?

Você determina suas próprias metas?

Ou você os pega emprestados de outros?

Ter mais e mais do que você não quer realmente não lhe trará felicidade.
A vida que você deseja não está em seguir os sonhos de outros, a idéia de outros sobre o melhor lugar para viver, ou a idéia de outros sobre o melhor carro para dirigir.
A verdadeira felicidade e realização requerem que você tenha coragem de ser você mesmo. Existe uma razão para você querer as coisas que quer. São seus anseios, seus desejos que te movem.
Quando você perseguir o que você realmente deseja da vida, então você estará satisfazendo seu conjunto de oportunidades, dando sua própria e especial contribuição, criando valores como só você pode fazer.
Seja você de verdade. Você e o mundo inteiro serão mais ricos com isso.

Quer saber como? Consulte um Psicanalista.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

REFLEXO




Certo dia, um rapaz desiludido resolveu seguir o exemplo dos "contos da infância". Colocou-se frente ao seu espelho e perguntou:
-
Querido espelho, olhe para mim e me diga: Existe alguém mais infeliz do que eu?

- Com certeza, respondeu o espelho, existe alguém mais triste que tu neste momento. E este alguém sou eu.

O rapaz olhou espantado. Não esperasse que um espelho falasse, e ainda contra ele. Mas o espelho prosseguiu:

- Tu não imaginas a dor que eu sinto ao ver, no meu reflexo, uma pessoa que deixou seus problemas tomarem conta de sua vida, que não tem mais vontade de lutar e principalmente que não consegue ver dentro de si as suas qualidades suas capacidades, seu talento. Queria que estivesse no meu lugar pra ver.

- Tu és uma pessoa tão inteligente, que fala para todos que tem um Deus, e tantas vezes falou do amor de Deus, agora se mostra tão derrotado. Deus é tão pequeno assim em tua vida para que tu te sintas tão inferior assim?

- É pena que tu não vejas através de mim toda a tua facilidade em lidar com as pessoas, o quanto é expressiva a tua voz e tua palavra, quanto teu coração é forte, e o quanto as pessoas te amam. Olhe para ti! Levanta essa cabeça, pois dificuldades todos temos, assim como todos guardam dentro de si algo especial para dar, a capacidade de tornar a própria vida prazerosa.

- Quantas são as pessoas que gostariam de ser como tu és: saudável, inteligente e com toda a vida pela frente! e no entanto, muitas delas são felizes e agradecem à Deus pelas suas vidas! Use a tua sensibilidade - ela é essencial para a vida. Motive-se: ao acordar pela manhã, pense algo do tipo: "hoje meu dia será produtivo, alegre e cheio de vida, pois tenho Deus comigo." . Faça isso com amor no coração e concentre em teus objetivos. De hoje em diante, quero ver outra imagem refletida em mim. Uma imagem de alegria interior.

A vida é tão curta. Não percas tempo com os momentos ruins. Faça deles experiências positivas para continuar tua vida. Ser feliz depende de uma vida em comunhão com Deus e em harmonia contigo mesmo. O que vem depois disso, são apenas resultados.

Autor desconhecido

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

CUIDADO COM O PSICOPATA SOCIAL

            
Existem diversas manifestações de psicopatia, esta doença mental que se manifesta em cerca de dois por cento da população mundial e aparece de diversas formas no ser humano. Muitos não chegam a ser violentos ou a cometer crimes jurídicos, mas são amorais em maior ou menor grau, adquirem comportamentos dissimulados e andam na sociedade como predadores sociais provocando malefícios e opressões, aproveitando-se das pessoas facilmente manipuláveis.

O aparecimento dos psicopatas podem ser por vezes  inatos ou genéticas, em outros casos são desenvolvidos pelo convívio social, resultado de carências afetivas ou traumas infantis. Ou resultantes do entrelaçamento de todos estes fatores juntos. O certo é que eles podem ser encontrados em todos os cantos: nas empresas puxando o tapete dos colegas para chegar a onde querem; nos consultórios operando e receitando remédios sem se preocupar com a saúde e até mesmo a vida dos pacientes; nos Templos, nas ruas, nas Igrejas ou em  programas de TV, gritando ou falando calmamente seus discursos com uma retórica bonita e fazendo exatamente o contrário em suas vidas particulares nababescas e luxuriosas; ou pode está do seu lado, tramando, fofocando e espalhando o seu veneno que contamina as relações sociais e causa sofrimento e injustiças entre as pessoas.

Veja algumas características do psicopata:

1- CHARME- Tem facilidade em lidar com as palavras e convencer pessoas vulneráveis. Por isso, torna-se líder com freqüência. Seja na política, no trabalho ou na cadeia.
2- INTELIGÊNCIA- O  QI costuma ser maior que o da média: alguns conseguem passar por médico ou advogado sem nunca ter acabado o Colegial.
3- AUSÊNCIA DE CULPA- Não se arrepende nem tem dor na consciência. É mestre em botar a culpa nos outros por qualquer coisa. Tem certeza que nunca erra.
4- ESPÍRITO SONHADOR- Vive com a cabeça nas nuvens. Mesmo se a situação do sujeito é miserável, ele só fala sobre as glórias que o futuro lhe reserva.
5- HABILIDADE PARA MENTIR- Não vê diferença entre sinceridade e falsidade. É capaz de contar qualquer lorota como se fosse a verdade mais cristalina.
6- EGOÍSMO- Faz suas próprias leis. Não entende o que significa “bem comum”. Se estiver tudo OK para ele, não interessa como está o resto do mundo.
7- FRIEZA- Não reage verdadeiramente ao ver alguém chorando ou sofrendo.
8- PARASITISMO- Quando consegue a amizade de alguém, suga até a medula.

Dentre as variações da Psicopatia, o Psicopata Social é aquele que causa sofrimento a um grupo de pessoa, uma comunidade ou até mesmo a sociedade como um todo, sem esboçar qualquer arrependimento. Nada deixa esses indivíduos com peso na consciência. Não existe ramo de atuação humana onde se encontra mais esse tipo do que na política(com honradas exceções é claro). Estes manipuladores sociais roubam, mentem, trapaceiam, caluniam, e nunca acham que faz alguma coisa de errado; não estão nem aí para o sofrimento alheio. Geralmente possuem uma esperteza superior, uma inteligência acima da média e habilidade para manipular quem está a sua volta. Não são Sábios, são inteligentes, porque o sábio usa o seu raciocínio e o seu saber para a resolução dos problemas dele e de todos, pensando sempre no crescimento e na felicidade coletiva.

Justamente por achar que não faz nada de errado, o Psicopata Social repete seus erros e não conhece emoções e sentimentos nobres tais como o arrependimento, a solidariedade, o amor ao próximo e a compaixão. O país que se dane, a cidade que se dane, o povo que se dane! É assim que ele pensa no seu íntimo. A habilidade de mentir e manipular despudoradamente, muitas vezes sem levantar suspeitas, de hipinotizar platéias com sua lábia, seu dom de oratória, faz com que ele se saia bem na política e na liderança de grupos. Vide: Mussolini, Hitler, Nero, Átila, Collor, etc. são tecnicamente incapazes de frear seus impulsos sacanas e se munem de desculpas para justificar seu comportamento quando necessário, com a destreza e o talento de um brilhante ator.

Os Psiquiatras defendem que, apesar desta mentalidade doentia, eles devem ser responsabilizados pelos seus erros, porque possuem plena consciência de que seus atos não são corretos. E se cometem crimes, devem ir para  cadeia como os outros criminosos por ameaçar a convivência sadia, justa e harmônica da sociedade.

Portanto, informe-se, questione, estude e conscientize-se; são as armas mais eficientes para se livrar destas verdadeiras pragas sociais. Não sigam líderes sem antes submetê-los a uma rigorosa análise crítica; pensem sobre seus atos, suas idéias, seus comportamentos. Questione-os de todos os ângulos possíveis, desconfie sempre para que você não corra o risco de ser manipulado como um cordeirinho. A desconfiança gera a reflexão. Inclusive este texto que você está lendo agora, desconfie dele, reflita sobre ele, analise-o com rigor sistemático e filosófico. Pense por si mesmo e jamais seja pensado por outros; principalmente se estes forem psicopatas sociais como certos políticos. Lembrem-se, muitos deles estão ao nosso redor em plena atividade, prontos para dar bote.

domingo, 19 de setembro de 2010

Orientação Psicanalítica on-lin